Uma coleção brasileira na Acierno

Outubro 16, 2016

Uma coleção brasileira na Acierno

Para comemorar o primeiro aniversário no Brasil da Acierno, a marca lança uma coleção assinada exclusivamente por designers brasileiros. Mantendo os critérios de estética, qualidade e sustentabilidade dos móveis de design Acierno, a marca aposta em novos autores para continuar aqui no Brasil a história de pesquisa e paixão de estilo minimalista e sofisticado começada do outro lado do Atlântico.

As novas peças, desenhadas em um diálogo ideal entre os históricos autores europeus e os novos talentosos brasileiros, são assinadas por Maria Fernanda Paes de Barros (banco Mercato), Talles Tondato (luminária Tremolina), Kwartet (banco Corrente), Enrico Beer Boimond (cadeira Emme), Mari Dabbur (aparador e mesa Saravá) e Hugo Sigaud (linha Sticks); já estão em produção e se encontram a venda na galeria em Pinheiros. Assim como as históricas, são realizadas em madeira maciça amazônica de manejos sustentáveis, auditados e verificados presencialmente pela equipe Acierno, valorizando assim matérias-primas e mão de obra brasileira e protegendo o meio ambiente.

Banco Mercato, por Maria Fernanda Paes de Barros

Primeira peça fruto da parceria entre Yankatu, de Maria Fernanda Paes de Barros, e Acierno, Mercato é o ponto de chegada de uma pesquisa paralela sobre a importância das tradições: de marcenaria em madeira maciça e de tecelagem; e foi inspirada em um balcão de um velho mercado tradicional na Itália. Mercato é muito versátil, além de banco é também um varal para fotos ou pequenas cartas, e ao mesmo tempo uma luminária.

Luminária Tremolina, por Talles Tondato

Duas hastes de madeira seguram um abajur, para ler em uma poltrona confortável. Regulável em altura, a luminária Tremolina pode até iluminar uma mesa. A inspiração do designer foi uma vara de pescar, por isso a peça levou como nome um tipo de isca, em italiano.

Cadeira (e mesa) Emme, por Enico Beer Boimond

A cadeira Emme foi a primeira peça da nova coleção brasileira, assinada por um jovem arquiteto italo-brasileiro. Duas dobradiças bem escondidas transformam a cadeira em uma mesinha de apoio. Os pés são em aço (escovado ou pintados em cinza ou chumbo) ou em latão; a madeira, sempre maciça, tem acabamento natural ou em laca colorida texturizada.

Saravá, por Mari Dabbur

Saravá é uma expressão de saudação: é assim que Vinicius de Moraes costumava cumprimentar seus amigos. E é por isso que a Acierno escolheu justamente esta linha para dar as boas vindas aos novos autores brasileiros: eles se juntam a uma comunidade internacional, em um diálogo ideal entre os dois lados do Atlântico em busca do essencial e do extraordinário. As peças dessa coleção possuem leveza e fluidez, um pouco como as composições do Vinicius, e são realizadas em madeira maciça, tanto na estrutura quanto nas prateleiras e tampos.

Sticks, por Hugo Sigaud

A linha Sticks é composta por três peças: o aparador Drumsticks, a mesa de centro Breadsticks e a floreira Broomsticks; é inspirada na simplicidade da construção, com pés que remetem a cabos de vassoura. A partir dessa diretriz, a Acierno e Hugo Sigaud desenvolveram produtos versáteis, que revelam estruturas esbeltas em aço carbono, brincando com alturas e compondo com diferentes tipos de tampos de madeira. Esses tampos são completamente removíveis e servem como grandes bandejas que podem ser trocadas. Isso faz com que a linha possua diversos desdobramentos e possibilidades de acabamento.

Corrente, por Kwartet

O banco Corrente é composto por ripas de madeira maciça, que se encaixam  perfeitamente, transformando-se em uma peça extensível: quando aberto, fica com quase o dobro do tamanho. Os arquitetos escolheram dois tons de madeira para que houvesse um contraste entre as duas partes da peça.